Vera Mota

Vivo e trabalho no Porto. Sou Licenciada em Artes Plásticas e Escultura, pela Faculdade de Belas Artes, da Universidade do Porto. Em 2008 terminei o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas e em 2006, conclui o curso de pesquisa e criação coreográfica, pelo Fórum Dança.

Exponho regularmente desde 2004. Das exposições individuais realizadas nos últimos anos destacam-se: em 2015, Mergulho, na Galeria Pedro Cera, em Lisboa e DIAGRAMA, na Galeria Pedro Oliveira, no Porto; SCHEMA, no Appleton Square, em Lisboa e abcdefghijklmnopqrstuvwxyz, na Galeria Pedro Oliveira, no Porto. No âmbito da performance, apresentei trabalhos com frequência desde 2003, dos quais se destacam: em 2015, Afinação em lá 440Hz, e Queda / Fractura, na Galeria Municipal do Porto. Em 2014, SEVERAL, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, e What is the color when black is burned? (co-criação com Pedro Augusto), em SESC, São Paulo. Em 2013, apresentei Vinco, na Galeria Pedro Oliveira, no Porto, e Queda, Evento, Composição Figura, no Appleton Square, em Lisboa, e Mosteiro São Bento da Vitória, TNSJ, no Porto.

 

1. Vera Mota

Artista.

2. O que vês quando olhas para a tua obra?

O meu trabalho é atravessado por alguns traços comuns, e que quase sempre reflectem um conflito entre uma vontade de ordenar e um simultâneo fascínio pelo erro, pelo acicente, ou características que materiais impõe. Além disso, há quase sempre uma dimensão performativa, ainda que implicita, seja pela forma como se adivinha a produção de determinado objecto, seja pela sujestão de uma possivel utilidade.

3. Que elementos não podem faltar numa exposição tua?

Não existe nenhum elemento que possa dizer à partida q terá que figurar numa das minhas exposição. Cada exposição é um momento singular, e resulta de um conjunto de circunstâncias particulares. Penso frequentemente as exposições na sua relação com o espaço, e relações que o espaço estabelece com obras, aquilo que o espaço pode potenciar.

4. O teu processo artístico em poucas palavras.

O meu processo de trabalho acontece como algo contínuo. Não há um momento em que decida que estou a trabalhar ou não. Há sempre ideias que nos atravessam, vão-se sedimentando, amadurecendo e há momentos em que se materializam.

5. Artistas vivos ou obras que são uma referência para ti.

Siobhan Davis, Adriano Costa, Francisco Tropa, Tacita Dean… entre tantos outros.

6. Tendências que tens percebido ou acompanhado nas artes contemporâneas nos últimos 15 anos.

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7. O que é que tu colocarias no teu cabinet de curiosités?

Há coisas que colecciono desde pequena, como pedras, conchas, corais, objectos de decoração ou mobiliário com características invulgares, papéis…

8. A experiencia como artista residente no CDAP.

A residencia no Carpe Diem foi um momento que serviu para fechar uma fase de pesquisa gráfica, que resultou num grande conjunto de desenhos que seriam apresentados na exposição final.

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