Cristina Ataíde

Nasci em Viseu, vivo e trabalho em Lisboa. Sou Licenciada em Escultura pela ESBAL em Lisboa e frequentei o Curso de Design de Equipamento da mesma escola.

Fui diretora de produção de Escultura e Design da Madein, de 1987 a 1996 onde trabalhei com vários artistas como Anish Kapoor, Michelangelo Pistolleto, Keit Sonnier e Sergio Camargo. Fui Professora convidada na Universidade Lusofona em Lisboa de 1997 a 2012. Fui bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, F.L.A.D, Fundação Oriente e SEC. Fiz algumas residências artísticas como o Winter Workspace Program, na Glyndor Gallery, em Wave Hill, na cidade de New York em 2014 ou o VERFLIXT UND ZUGENAHT, der fall Wittenberge, Eine Annaherung, ein Ausstellungsprojekt von Endmorane e. V., na Veritas Factory, em Wintenberge |DE.

A minha obra é feita muitas vezes em viagem, transita entre a escultura e o desenho passando pela fotografia e o vídeo. Estou representada em inúmeras coleções privadas e publicas como a Coleção do CAM da Fundação Calouste Gulbenkian; a Coleção da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa; a Coleção da Fundação PLMJ; a Coleção do BES; a Coleção António Cachola, em Elvas; a Coleção da Casa da Cerca-Centro de Arte Contemporânea de Almada; na Unión Fenosa, em La Coruña, Espanha; a Coleção du Centre d’Art Contemporain d’Essaouira, em Maroc; a Coleção da Maison de l’Art Contemporain, em Maroc; a Coleção do Museu Afro Brasil, em São Paulo.

 

1. Cristina Ataide

Escultora , desenho, vermelho, natureza e viagem

2. O que vês quando olhas para a tua obra?

O meu Eu

3. Que elementos não podem faltar numa exposição tua?

Tudo: menos é mais

4. O teu processo artístico em poucas palavras.

Olhar com atenção

5. Artistas vivos ou obras que são uma referência para ti.

Anish Kapoor e Marina Abramovik

6. Tendências que tens percebido ou acompanhado nas artes contemporâneas nos últimos 15 anos.

O digital, materiais alternativos pouco caros e o caos.

7. O que é que tu colocarias no teu cabinet de curiosités?

Pedras que apanho pelo mundo.

8. A experiencia como artista residente no CDAP.

Foi uma boa experiência. Um contacto intenso com o lugar, a sua historia e energia.

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