Clara Montoya

Estudei com uma bolsa na Chelsea School of Art, em Londres, em Cooper Union, Nova Iorque e na Royal College of Art, onde recebi o prémio para excelência em escultura “Thames and Hudson/Royal College of Art”. Estive, também com uma bolsa de estudos, na “Yunge Akademie der Kunst”, recomendada por Mona Hatoum, no museu de arte contemporânea de Berlin ADK. Recebi, ainda, uma bolsa da Fundación Marcelino Botín. Recentemente, estive em residência em Nirox, em Johannesburgo com uma bolsa de mobilidade AECID. Recebi uma bolsa de produção do Museu de Arte Contemporânea de têxteis em Tournai, na Bélgica. Trabalho em Espanha com a galeria Slowtrack e exponho regularmente na Europa.

 

1. Clara Montoya.


Clara Montoya.

2. O que vês quando olhas para tua obra?

Às vezes algo bom, o resto um processo.

3. Que elementos não podem faltar numa exposição tua?


Tento que não faltem a qualidade e o desafio.

4. O teu processo artístico em poucas palavras.

Um terço esboçar a ideia, um terço investigar como a fazer e outro terço fazê-la.
 


5. Artistas vivos ou obras que são uma referência para ti.

Muitos, todos, nenhum, estão sempre a mudar. Impressionaram-me os consagrados que tenho conhecido em pessoa ao ver como pensam sobre o arte.


6. Tendências que tens percebido ou acompanhado na arte contemporânea nos últimos 15 anos.

UF, UF, UF. A arte muda muito rapidamente, si não te der vertigens é divertido de ver.

7. O que é que tu colocarias no teu cabinet de curiosités?

Peças de amigos artistas, profissionais ou não.

8. A experiência como artista residente no CDAP.

A minha residência foi uma exposição com a Laura Fernandez Gibellini, organizada e apoiada pela galeria Slowtrack.
 A Sala Verde foi para mim um espaço muito interessante. Para este espaço construí uma peça nova (sem nunca ali ter estado), sobre não ter estado nunca num lugar tão interessante.

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