Ding Musa

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Ding Musa (Brasil)
 

Ding Musa trabalha com a fotografia. A fotografia que conversa com a própria arte, que questiona o lugar da arte e a maneira de fazer arte através da fotografia. Em seus trabalhos, Musa constrói histórias fictícias como se fosse o editor de um filme, tentando contar uma história com pedaços de obras que nunca foram pensadas juntas. Para a exposição no Carpe Diem Arte e Pesquisa, Ding Musa apresenta 3 séries fotográficas e um vídeo. Fronteira, o trabalho mais abstrato, lida com a perda da referência do bidimencional para o tridimencional. Em Sentimentos, o artista trata da capacidade da representação. Já no tríptico Mudo, é a arte concreta que dá o tom ao trabalho, à partir de stills de um filme sobre o artista brasileiro Geraldo de Barros. E um vídeo de 12’’ em loop, O buraco que nós cavamos, é o resultado de uma viagem do artista à Palestina.

 

Ding Musa é artista e fotografo profissional, participou de exposições em diversos países, em galerias, instituições e museus. Fez residência de arte em Cardiff, País de Gales, em 2004 e desenvolve seu trabalho de arte morando na cidade de São Paulo. Ding tem suas fotografias publicadas em livros, revistas e catálogos, trabalha com fotografia e direção de fotografia para cinema.

Ding tem suas obras em diversos museus no brasil e no exterior, como os Museus de Arte Moderna de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, além do Fortaleza, MAC de Goiás, MEP em Belém, SARP em Ribeirão Preto, entre outros. Fez cenografia para a peça de teatro “as desgraçadas”. Das exposições individuais, destacam-se: “Extensão – minha vista”, Centro de Arte Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, RJ, 2011), “Os buracos que nós cavamos”, Galeria Transversal (São Paulo, SP, 2011) e “Fronteira”, Carpediem (Lisboa, Portugal, 2012).

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