Dalila Gonçalves

As coisas que nos escapam das mãos podem falar do chão que pisamos

SINOPSE
A partir de um jogo experimental, a artista Dalila Gonçalves procura testar a permeabilidade entre matérias e processos da prática artística e da vivência quotidiana. No Carpe Diem Arte e Pesquisa, a água, o pó, o vidro e o barro são os materiais usados para assinalar e abordar estruturas e especificidades do palácio. Utilizando ferramentas como o video e a instalação, a artista concebe objectos que nem sempre implicam a transformação real das coisas, concretizam-se, em muitos dos casos, pelo simples uso inesperado, irónico, absurdo ou metafórico da matéria. Pela subtileza da informação utilizada, pela natureza dos materiais, ou pelo simples modus operandi joga-se também com a própria “percepção” e com a ideia de “evidência”.

BIOGRAFIA
Dalila Gonçalves (Castelo de Paiva, 1982). Vive e trabalha no Porto e em Castelo de Paiva. É licenciada em Artes Plásticas - Pintura (2005) e Mestre em Ensino de Artes Visuais (2009) pela da Universidade do Porto. Em 2008 foi seleccionada para a II edição do Curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Entre 2010 e 2011 trabalhou em Barcelona no atelier do artista plástico Ignasi Aballí, como bolseira do programa Inov-art (Ministério da Cultura Português). Actualmente e frequenta o Doutoramento em Arte e Design na Faculdade de Belas Artes do Porto.

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